Por que a Espanha é líder mundial em doação de órgãos?

Com uma taxa de 43,4 doadores de órgãos por milhão de pessoas e cerca de 5.000 transplantes por ano, a Espanha tem 25 anos que antecederam este ramo da medicina no mundo. Os espanhóis são o mundo mais propensos a receber um transplante, quando necessário.

Quais são as razões para o sucesso do nosso sistema de saúde? Rafael Matesanz, diretor da Organização Nacional de Transplantes, e vários de seus colegas escreveram um artigo para o American Journal of Transplantation que explica as chaves para realização invejado em todo o mundo. Recorde-se que a doação de órgãos só cobre 10% das necessidades globais, fazendo muitos países direcionar seus olhos para a Espanha como um exemplo a seguir.

Em 2016 a Espanha chegou a 2.018 em doações que permitiram 4.818 transplantes

modelo de transplante chaves espanhóis

Matesanz e colegas de trabalho dar quatro razões que explicam a eficácia do "modelo espanhol":

  • A designação de profissionais competentes para gerir doação imediato no momento que o paciente dá seus órgãos morre. Esses especialistas têm o apoio continuado do ONT e coordenações regionais.
  • Identificação de potenciais doadores, não só em unidades de cuidados intensivos, mas em departamentos de emergência dos hospitais e entre os pacientes internados.
  • Considere também doadores de órgãos com mais de 65 anos. Em EE. UU., O percentual de doadores mais velhos que a idade é de 7 por cento. Em Espanha, um em cada dez tem mais de 80 doadores.
  • Contemplando a doação não só no caso de morte encefálica, em que todas as funções cerebrais cessaram; Circulatório também da morte, que pararam a circulação sanguínea, batimentos cardíacos e respiração. Assim, as doações podem ser obtidas até mesmo de pessoas que acabou de morrer de um ataque cardíaco na rua.

A concienciada população

O ONT presta especial atenção à sua relação com os meios de comunicação, e preocupado com a melhoria do conhecimento da população sobre doação e transplante. Criado em 1989 pelo Ministério da Saúde, teve apenas uma década para aumentar o número de doadores de 15 pessoas por milhão de habitantes com mais de 30, números continuam a crescer de forma constante e em 2016 bateu o seu recorde em 2015 para chegar a 2.018 4.818 doações permitidas para transplantes.

De acordo com Beatriz Domínguez-Gil, membro do ONT e co-autor do artigo, "O maior sucesso do sistema é que ele tornou-se a doação de rotina dos órgãos, independentemente das circunstâncias da morte do doador. Conseguimos que os médicos eles atendem a pessoas no fim de suas vidas falando sobre se estes desejam doar seus órgãos quando eles morrem. "

Image: transplante de fígado Intervenção.

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